LET'S BE GODS. LET'S BE UGLY.
Se a arquitetura é o palco da vida, a arte é o guião que questiona a performance. É o combustível do nosso pensamento e conviver com ela no atelier é, acima de tudo, apurar os sentidos.
Recebemos a inquietante obra de João Louro, "Let’s be gods. Let’s be ugly", que nos lança um desafio dual: a ambição divina de criar mundos e a coragem humana de abraçar o "feio", o cru e o inesperado.
Na S+A, acreditamos que a procura pela beleza exige, por vezes, o confronto com o desconforto. Esta peça não serve apenas para ser vista, mas para nos lembrar que desenhar o futuro exige que sejamos destemidos, transgressores e livres.
Mais do que uma peça, é uma provocação: para ser relevante, a arquitetura precisa de tensão, de ambição e de verdade.






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